quarta-feira, 4 de novembro de 2009

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Conto Curto - Reencontro

Uma vida vazia, sem cor. Os anos passando e eu sentindo cada vez menos intensidade nas emoções. Deixara meu coração nas mãos do vento. De repente, um tornado atacou meu interior, uma explosão de amor e alegria empoeirados dentro de mim. Bem vindo, filho.

Anúncio - Cigarro

José era um homem de bem com a vida. Bem sucedido, ocupava a cadeira de vice-presidente de uma multinacional. Família bem estruturada e feliz.
Certo dia, a empresa de José conseguiu um grande cliente. Com uma promessa de fortuna e sucesso, o cliente exigiu o trabalho pronto em 3 meses. O stress tomou conta de José, que, para relaxar, começou a fumar.
No início, só um cigarro. O tempo foi passando e ele tornou-se viciado. O rendimento dele caiu na empresa, e ele foi demitido.
Hoje, José ocupa outra cadeira, a de rodas. O seu prazo de vida é de 3 meses.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Arte

O que é pra você, pode não ser para mim. Agente sente, respira, vive. Sem necessariamente saber, nos retratamos em gestos simples. Essa simplicidade, porém, está submetida a múltiplas interpretações e diferentes pontos de vista, o que transforma o tudo em nada, e vice-versa.

Nem toda a beleza do mundo pode ser explicada, algumas precisam apenas ser sentidas. Pois em algumas ocasiões, a explicação e a tentativa de uma compreensão teórica afetam, mancham e prejudicam o brilho e a experiência.

Sob essa influência do real, o irreal ganha sentido. O que realmente não deve acontecer é a constante busca de racionalidade, no sentido de substituir o irreal. O que tornaria o ambiente em sua totalidade, extremo, do lado monocromático. Levando em conta que o real sentido da vida não pode ser compreendido em meras análises.

É engraçado o fato de que lutamos todo o tempo para a interpretação racional dos fatos quando, na verdade, o “viver” é totalmente subjetivo.

E a manifestação dos sentimentos em belas formas, pinturas, canções, versos, ou seja lá
qual for o meio utilizado, é indispensável e imprescindível nesta aventura na qual fomos inseridos sem o nosso consentimento.

Será que a humanidade permitiria a queda ou a substituição de tais expressões? Apesar do avanço tecnológico e dos infinitos meios de comunicação hoje existentes, creio que nada tomará o lugar da essência artística.

Acredito apenas que agregarão maneiras, não descartarão as existentes. Pois o “sentir”, “respirar” e o “viver” não tem como serem descartados.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Viu só professora....

Era por isso que eu tava com o notebook aberto na sua aula ! =)

O Rapha fazendo barulho, o Gutão coçando a barba...E eu atentamente e exemplarmente me dedicando a nova empreitada internética !!!

Beijões !